O aumento surge surge devido aos  “acréscimos perspetivados para o Valor Acrescentado Bruto (VAB)”, situados em mais 4,4%, e para os outros subsídios à produção, de mais 6%. 

O crescimento de 5,5% da produção do ramo agrícola, conjugada com um crescimento menos acentuado do consumo intermédio, de mais 2,9%, concorreu para o aumento de 4,4% do VAB em valor, e que, em termos reais, deverá aumentar 4%. É previsto que o consumo intermédio (CI) aumente em 2,9%, em termos nominais, devido ao aumento dos alimentos para animais, energia, adubos e corretivos do solo e produtos fitossanitários.

A produção do ramo agrícola vai aumentar 2,8% em volume. A produção vegetal deve aumentar 4,3%, em resultado de um acréscimo em volume, situada em mais 4,8%, e de uma redução dos preços de base, que diminuíram em 0,5%. Está também previsto um aumento de 7,7% em volume para os vegetais e produtos hortícolas, muito impulsionado pela evolução do tomate, que aumentou 12,4%.

Para a produção de batata, o aumento previsto é de 14,9%, enquanto nos setor frutícola se estima um acréscimo de 8,9% no volume. A maçã, os pequenos frutos, a amêndoa e a azeitona foram essenciais para este crescimento.

A produção de cereais vai diminuir em 3,9%, à exceção do milho, que é previsto aumentar cerca de 0,2%. O arroz também irá enfrentar quebras assim como,a produção de pera, que deve diminuir 5% em volumento. Estas culturas foram afetadas pelas condições metereológicas sentidas em Portugal durante 2019. 

É ainda expetável que o volume de mão-de-obra agrícola caia em 1,8%.

Para a produção animal a estimativa é de aumento de  valor em 2,1%. O volume caiu, os preços aumentaram. Os bovinos devem registar uma redução de volume de 3,4% e os suínos se devem manter próximos dos valores do período homólogo. A produção de leite deverá diminuir em 0,9% e o preço deverá aumentar em 1,2%.

Fonte: Agronegócios.eu

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